De repente, a música faz uma abertura no tempo. Quando, por essa abertura, passamos, no primeiro passo dado, chegamos em algum lugar do passado. A mente, sempre, vai na frente e joga algo que puxa-nos até lá. É viajar sem sair do lugar em que o paradoxo assume todas as responsabilidades. É entrar no túnel de acesso à grandes hits e voltar à épocas marcadas e entranhadas na memória. É ver no telão de nossas mentes filmes que nunca sumirão porque fazem parte de nós, estão marcados na alma. Fazem das músicas links com o presente.
Vozes e ritmos que ainda deixam-nos sem os pés no chão. Bandas que tornaram-se lendas para cada um de nós. Letras que arrebatavam nossos corações e gritavam, revelando aos quatro cantos, um pouco dos nossos sentimentos ou descobrindo o que estava escondido em algum canto do coração. Quando a voz canta, ela fala por nós. Há uma química perfeita entre algumas canções e nós, seus amantes fiéis. Uma química que jamais irá se desfazer porque se a canção ordena, o tempo obedece. E a canção é feita para que seu grito seja ouvido por todo o lado, para que sua letra não se perca, para que seu papel não rasgue, para que sua tinta não borre, para que desperte nossas emoções, para que faça-nos sentir mais vivos.
Vozes e ritmos que ainda deixam-nos sem os pés no chão. Bandas que tornaram-se lendas para cada um de nós. Letras que arrebatavam nossos corações e gritavam, revelando aos quatro cantos, um pouco dos nossos sentimentos ou descobrindo o que estava escondido em algum canto do coração. Quando a voz canta, ela fala por nós. Há uma química perfeita entre algumas canções e nós, seus amantes fiéis. Uma química que jamais irá se desfazer porque se a canção ordena, o tempo obedece. E a canção é feita para que seu grito seja ouvido por todo o lado, para que sua letra não se perca, para que seu papel não rasgue, para que sua tinta não borre, para que desperte nossas emoções, para que faça-nos sentir mais vivos.

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