Sábado com gosto de fruta. Uma fruta bem doce. Quase um mel. Chega a sede, mas é a sede pelas palavras dele. Sonha-se com elas e já acorda com saudade. São tantas palavras, mas o que há é quase indescritível. Não dá para explicar. Apenas sente-se. E sentir é um andar nas nuvens, é um mergulho em águas encantadas, é estar aí o tempo inteiro, de mãos dadas, sem que percebas. Ela nunca se foi, ele que não percebeu.
O destino, por alguma razão, deixou os dois de braços entrelaçados. Será apenas obra do acaso? Talvez, não, é muito intenso. As estrelas podem dizer. O destino prepara, mas não dá palpite. As estrelas, às vezes, somem porque não querem contar. Mas, agora, ele está, em tela, diante dela. Aquela fotografia. Ela queria ser a brisa que penteava o cabelo dele para trás. Ela soprou algo para ele, foi um beijo, mandado pelo ar. Os pássaros levam até ele. Ela adora pássaros. Os pássaros adoram ela. Ela é frágil como eles. Os pássaros revelam uma força escondida em seus cantos. A força dela encontra-se no amor por ele. Se fechas os olhos, quem dorme, é ela, dono de letras de mel.
O destino, por alguma razão, deixou os dois de braços entrelaçados. Será apenas obra do acaso? Talvez, não, é muito intenso. As estrelas podem dizer. O destino prepara, mas não dá palpite. As estrelas, às vezes, somem porque não querem contar. Mas, agora, ele está, em tela, diante dela. Aquela fotografia. Ela queria ser a brisa que penteava o cabelo dele para trás. Ela soprou algo para ele, foi um beijo, mandado pelo ar. Os pássaros levam até ele. Ela adora pássaros. Os pássaros adoram ela. Ela é frágil como eles. Os pássaros revelam uma força escondida em seus cantos. A força dela encontra-se no amor por ele. Se fechas os olhos, quem dorme, é ela, dono de letras de mel.

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