sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Céu azul



Emergir e ir até a margem de um rio de águas claras. Recuperar o fôlego. O mergulho foi fundo. Em água profundas, porém visíveis. Uma árvore carregada de sonhos. Pássaros cuidam para que os sonhos não caiam e não se quebrem em mil pedaços. Seria muito difícil remendá-los. Já basta os que caíram na água e a correnteza levou. A natureza tem sua própria música. Ouvir. Divagar. Chegar lá. Treinar a mente. Olhos enxergam muito além do que se pode compreender. Levanta-se e anda por toda a parte, calçada de esperança e fé, conhecendo o lugar.
O pássaro voou, um sonho caiu e quebrou. Lá adiante, uma cachoeira. Aprecia a natureza. Calmaria. Cores. A mão que  pintou o cenário. De onde brotam os sonhos. A brisa acalenta, mas os olhos não dormem. Enxergam além do horizonte. Parece que há alguma imagem. Está turva. O vento chegou e levou para bem longe.
Pensamentos voam com o vento, retornam a todo momento. Seguram a esperança pela mão para que ela não tropece nas pedras e não fique no chão. Os caminhos são longos e os anseios correm a mil na direção oposta da imagem que foi levada. O tempo é bom, a tempestade foi levada embora de vez. Agora, é só apreciar o céu azul.

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