Logo mais, as estrelas aparecem com a chave do portal dentro de uma caixinha, o sono. A porta de entrada para qualquer lugar. Livre das horas importunas. Um outro lugar, com outras imagens. Um tempo diferente sem hora para voltar. É estar lá no meio de tudo. Uma blusa branca para continuar despercebida. Nenhuma letra, apenas a cor branca. A cor branca esconde, mas mostra o coração. Está voltado para frente e não para trás. Muitas ruas nesse lugar, talvez haja um abrigo. Não há chuva. Sem telhas. Tudo faz sentido.
De repente, é respirar no meio de um campo lindo que beira o infinito. É olhar para cima e internalizar o encanto daquele lugar. Poucas nuvens, um lindo azul, cantos, árvores e flores ao vento. A canção é trazida pelo ar. Em sintonia com as folhas enfeitiçadas pelo som. A natureza é gentil até em sonho. É não querer acordar.
De repente, é respirar no meio de um campo lindo que beira o infinito. É olhar para cima e internalizar o encanto daquele lugar. Poucas nuvens, um lindo azul, cantos, árvores e flores ao vento. A canção é trazida pelo ar. Em sintonia com as folhas enfeitiçadas pelo som. A natureza é gentil até em sonho. É não querer acordar.

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