Ele escreve. Ela está ao lado dele o tempo todo. Concentrado, não a percebe. Ela, olhando para ele, sussurra algo, mas ele não escuta porque seu coração está fechado. A voz, suave, dela manda, por debaixo da porta, um recado. Ela não quer que ele esqueça que o coração dela bate dentro dele.
De repente, ele pensa nela. Foi a brisa que soprou em seu ouvido. Ele entende o que lhe foi enviado. Desconcentra-se, as palavras pulam tontas dos dedos dele e fazem uma ótima performance no papel. Esse papel não vai rasgar, é resistente. A tinta dessa caneta não falha. Ele abre as portas do coração para ela entrar. Quando ela entra, desmaia nos braços dele, entorpecida de amor. Vendo aquela cena, a brisa suave, sempre atenta, abre os olhos da moça. Ela passa a mão, levemente, no rosto dele. Ele fecha os olhos e, os pensamentos indicam a direção, deixando-os frente a frente de olhos bem abertos. As palavas planejam um beijo. Em seguida, despem-se da realidade. Imaginação. A palavra, sem limite, sai do coração.
De repente, ele pensa nela. Foi a brisa que soprou em seu ouvido. Ele entende o que lhe foi enviado. Desconcentra-se, as palavras pulam tontas dos dedos dele e fazem uma ótima performance no papel. Esse papel não vai rasgar, é resistente. A tinta dessa caneta não falha. Ele abre as portas do coração para ela entrar. Quando ela entra, desmaia nos braços dele, entorpecida de amor. Vendo aquela cena, a brisa suave, sempre atenta, abre os olhos da moça. Ela passa a mão, levemente, no rosto dele. Ele fecha os olhos e, os pensamentos indicam a direção, deixando-os frente a frente de olhos bem abertos. As palavas planejam um beijo. Em seguida, despem-se da realidade. Imaginação. A palavra, sem limite, sai do coração.

Nenhum comentário:
Postar um comentário