A noite esconde o sono. Lá fora, a noite foi coberta pelas nuvens, mas descobre-se. Tempo quente, o tempo ferve. O vento foge, a chuva não se atreve. A natureza também tem os seus dilemas, os seus mistérios. Ficamos sem entender, apenas jogados nos braços dela.
Uma música. Um papel. Mas esta noite faz birra, esconde o sono e as ideias. Olho para a lua, confesso a ela, em silêncio, uma vontade. Ela entendeu. Abra a sua janela, olhe para ela. Nem um palpite. Deixe que ela conta. Abra suas mãos e receba o que ela vai te entregar. Guarde com cuidado, não é frágil, mas pode quebrar. Nem deixe esquecido no fundo da gaveta. Pensamentos não saem de perto de ti e, quando voltarem, sem desconfiar, vens com eles também.
Uma música. Um papel. Mas esta noite faz birra, esconde o sono e as ideias. Olho para a lua, confesso a ela, em silêncio, uma vontade. Ela entendeu. Abra a sua janela, olhe para ela. Nem um palpite. Deixe que ela conta. Abra suas mãos e receba o que ela vai te entregar. Guarde com cuidado, não é frágil, mas pode quebrar. Nem deixe esquecido no fundo da gaveta. Pensamentos não saem de perto de ti e, quando voltarem, sem desconfiar, vens com eles também.

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