Domingo. Um dia que possui o descanso ou a distração correndo em suas veias. Passa num piscar de olhos e, quando nos damos conta, ele entrega a chave da semana para a segunda-feira. Quando esta abre a porta, a rotina já está à sua espera. O domingo passou, mas ele sempre volta, às vezes, de mãos vazias, outras vezes, oferecendo o melhor que pode. Quando ele passa, deixa saudades e, ao mesmo tempo, o conforto de que voltará logo.
O domingo é um dia brincalhão, gosta de rolar na areia da praia e apostar corrida com as ondas até não resistir à magia das águas e nadar como um peixinho. Às vezes, ele decide ir ao cinema ou ao parque ou reunir com os amigos. Ele também adora dedicar-se à suas leituras. Enfim, são tantos lugares, tantas coisas diferentes e ele sabe o que deve fazer. São tantas pessoas que passam por ele. Uma mistura de gestos, de ações, de gostos, de formas, de pensamentos, de sensações.... Diferenças acabam igualando-se num mesmo espaço durante alguns instantes.
O domingo é criança, é jovem, é senhor ou senhora e ele cumpre bem a sua função antes de bater à porta da segunda-feira para entregar-lhe a chave.
O domingo é um dia brincalhão, gosta de rolar na areia da praia e apostar corrida com as ondas até não resistir à magia das águas e nadar como um peixinho. Às vezes, ele decide ir ao cinema ou ao parque ou reunir com os amigos. Ele também adora dedicar-se à suas leituras. Enfim, são tantos lugares, tantas coisas diferentes e ele sabe o que deve fazer. São tantas pessoas que passam por ele. Uma mistura de gestos, de ações, de gostos, de formas, de pensamentos, de sensações.... Diferenças acabam igualando-se num mesmo espaço durante alguns instantes.
O domingo é criança, é jovem, é senhor ou senhora e ele cumpre bem a sua função antes de bater à porta da segunda-feira para entregar-lhe a chave.
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